Descarte de matérias primas e riquezas desperdiçadas

Estamos em 2017 e o descarte ainda é em forma de lixo, com destino aos lixões. Realizado pelos lixeiros e catadores, este tipo de procedimento, assim como as demais emissões diárias, contribui com os ciclos de poluição doméstica, urbana e rural.

Descarte do lixo contaminante: banimento dos resíduos a partir da implantação do projeto de descarte autossustentável, com o projeto-piloto Brasil, personalizado pela ESO-A. O trabalho contém passo a passo minucioso sugerido pela própria direção presidencial da ESO-A, num projeto marcado pela substituição da cultura do lixo apenas descartado por uma inovação produtiva economicamente e autossustentável ainda inédita.

Situação atual global: descarte indiscriminado e lixo contaminante que ocasiona a proliferação de insetos, doenças, devastação de biomas, economia informal, insegurança alimentar e desemprego.​

Soluções globalizadas:  Nossa organização ambiental e social ESO-A traz todas as soluções para implantar imediatamente uma política autossustentável de produção baseada na economia globalizada. Cada descarte deverá ser feito com plena logística e inovador método educativo para a imediata inovação cultural, levando em consideração a necessária educação ambiental, além de conhecimentos sobre autossustentabilidade e os possíveis impactos ambientais e sociais (principalmente nos atuais lixões e em relação a lixeiros e catadores).

Atualmente:

– Não apenas os desperdícios globalizados;

– Contaminações com os produtos e resíduos sintéticos, contaminando os orgânicos e ambos contaminando todo o planeta;

– Reuso em forma de lixo contaminante residual para fabricar novas fórmulas. Novo ciclo contínuo para armazenar e embalar alimentos e bebidas, com a presença de muitas substâncias contaminante. Inclui também o reuso de matérias-primas ou insumos (produtos e todo tipo de resíduo, solventes, cloro, detergentes, metais pesados, sangue, urina, tintas sintéticas, cimentos, fitinhas de teste de glicemia, seringas contaminadas, remédios, absorventes, fraldas, entre outros).

Há também um custo altíssimo presente em todo o processo de limpeza,  coleta, saneamento e reuso do lixo contaminante tudo isso configura como um custo para os municípios. Estima-se que sejam gastos trilhões continuamente no processo globalizado, que ainda assim não inclui a todos no sistema de produção atual global.​

Apesar do uso de equipamentos de última geração e com altíssima produtividade, na coleta há formas de lixo contaminante, globalizando desperdícios.

A maior parte, enterrada em forma de lixo contaminante, são toneladas de matérias-primas e insumos naturais jogados diariamente nos lixões. Há diariamente a tentativa de coleta, mas, em geral, os resíduos vão parar em lixões e lixos de ruas, onde então os catadores se esforçam para fazer uma triagem. Em descomunal tentativa, sob forte insolação e carregando muito peso, logo ficam acometidos em sua saúde, o que limita a sua capacidade de trabalho; muitos, inclusive, não podem mais trabalhar. Portanto, há um cenário preocupante: fortalece-se uma economia informal, em que os trabalhadores não recebem os benefícios previdenciários e sobrevivem tentando coletar lixos contaminantes, na tentativa de reuso dos resíduos despejados em lixões. Com isso, a função dos lixeiros e catadores não oferece retornos econômicos; faltando também o letramento e a capacitação para um trabalho produtivo. Por isso, somente uma minoria participa da inclusão-cidadã com o  atual processo produtivo, especialmente os letrados.

Ainda assim, muitas pessoas deste grupo ainda se encontram fora do atual processo, muitas delas sofrendo com a fome, desemprego, baixa renda e escassez de alimentos. O acesso a esses bens e oportunidades, considerados direitos básicos, são fundamentais para uma vida digna no século XXI. Afinal, é 2017 e o homem já foi à marte, onde sabe-se haver vestígios de água, mas na Terra ainda é necessária a recuperação  ambiental.

Além disso, também é preciso a inclusão da maioria da população, evitando a escassez de recursos, deterioração e devastação do planeta. Com o passar do tempo,este processo foi se tornando mais complexo, especialmente em relação à recuperação dos biomas, águas e solos desertificados. Há ainda outros problemas a serem solucionados:

  • Evitar emissões poluentes, visando as melhorias climáticas;
  • Focos de  proliferação do mosquito da dengue, entre outros gravíssimos;
  • Proliferação de insetos, como baratas e formigas, devido a falta de coleta de lixo e recursos para a área; ​

O hábito de borrifar produtos tóxicos, altamente venenosos, a fim de matar esses insetos, pode contaminar as áreas ao redor. Isso pode ser prejudicial principalmente a bebês e animais de pequeno porte, por exemplo.A borrifação destes produtos perto de alimentos e vasilhas de comida também podem trazer malefícios. As pessoas, na maioria das vezes, assim o fazem porque não são capazes de ler a bula ou buscar informações sobre o produto. Mesmo se soubessem apenas escrever o nome, também não teriam condições de entender uma tabela periódica. Portanto, sem uma política autossustentável e de saúde preventiva, ocorre no mundo uma total insegurança alimentar, além de riscos à saúde, deixando a população bastante insegura.

Somente o letramento e a imediata ação ética de cada cidadão, com o total suporte do poder público inovando em todas as atividades, regulamentando as leis, e cuidando da saúde preventiva, é que teremos condições de sobreviver neste planeta. Chegou-se ao ponto em que não há mais sentido em existir de forma deteriorada,  com a população exposta a substâncias contaminantes e com a falta total de ações ética e respeito mútuo. Em relação à produção no “custe o que custar, não culpamos nada nem ninguém, mas somente apresentamos as soluções e inovações para que todos possam atingir seu bem-estar. Não estamos somente apresentando esta situação deteriorada e fragilizada, mas estamos demonstrando todas as soluções imediatas que podem ser alcançadas com uma educação ambiental globalizada.

Entre as soluções, encontram-se a alfabetização e o letramento, capacidades fundamentais do conhecimento pleno para trabalhar em prol da saúde preventiva, além de ações diárias éticas e seguras, comprometidas com o ambiente e com todos os ciclos de vida do planeta. Assim, será atingida uma vida mais segura, ao contrário da do momento, que inspira total fragilidade e riscos à vida. Com o descarte ético feito por cada cidadão global, tudo estaria funcionando perfeitamente e todos os desvios teriam sido feitos com o seguro descarte-coleta e reuso ético. Porém, teorias da ética permitiram tudo ir se deteriorando e devastando rapidamente. Agora, a maioria das pessoas não confiam mais em soluções e recuperações por causa da situação total de descaso devido à  falta de conhecimento básico da população em geral. Ainda assim, não apontamos culpados, somente objetivamos apresentar soluções.

Para tanto, chega de apenas teorias de ética, pois o mundo chegou ao estado atual de situação de calamidade pública globalizada devido a problemas como a escassez de recursos, devastação ambiental,insegurança alimentar e falta de políticas autossustentáveis e de política de saúde preventiva. Esses problemas existem no planeta e em todos os ciclos de vida nele existentes, assim como a  insegurança por causa de descartes que contaminam muitas pessoas diariamente (devido a resíduos químicos como produtos de limpeza, solventes, cloros, querosene, sodas cáusticas, óleos lubrificantes, óleo diesel, e materiais de construção, entre outros). Estes descartes contaminam também os alimentos ingeridos por animais e humanos em situação de pobreza e fome; eles também são espalhados no chão e nas calçadas, gerando mais contaminação.

A ação destas substâncias também prejudica a matéria orgânica de árvores e plantas, por exemplo, gerando um alto custo para remover aquelas que têm a sua estrutura comprometida e podem cair devido a chuvas fortes. Infelizmente, as autoridades não se dão conta de o porquê de tantas árvores caindo possa ser a consequente deterioração devido à contaminação.

Este problema também atinge as águas e seus peixes, além da proliferação de muitos insetos, baratas especialmente. Por causa disso, as pessoas acabam borrifando muitos produtos venenosos, ainda que não tenham cheiro, que oferecem perigos diversos, pois o fazem sem proteções. Ademais, não têm respeito para com as demais pessoas ao redor, como vizinhos, e o meio ambiente.

Causam também uma imensurável proliferação de insetos, principalmente em bocas de lobo, onde os descartes caem devido aos ataques de todos animais, como aves, além de humanos, que passam fome e procuram comida nos descartes. Estes resíduos oferecem totais riscos de estarem contaminados com sangue, metais pesados, partículas de vidro, remédios, e consequentemente, doenças. Mais uma vez, para tentar resolver a questão são borrifados continuadamente venenos como os para a dedetização total de ambiente.

A população faz isso porque visa acabar com a proliferação de baratas, combatendo-as; muitas vezes, dedetizam até mesmo gavetas com roupas, armários com vasilhas para armazenar comida e geladeiras. Tudo isso é feito sem a devida proteção, ao contrário do que mandam as orientações, entre elas o uso de roupas de astronautas, por exemplo.  Geralmente, no manual destes produtos dedetizadores também consta que não se pode colocar água nos recipientes, porque esta pode se misturar com os resíduos do frasco, já que quando termina o produto este resto concentrado pode ir para os rios e mares, contaminando peixes. Por fim, não se pode descartar as embalagens no meio natural porque este ato oferece altos riscos ao ambiente.

É importante tirar todos os animais e pessoas da casa  antes de realizar o procedimento. Depois de contaminado o local com o veneno, os donos precisam impedir que os gatos deitem no piso e se esfreguem na parede, além de se lamber como o fazem. Estes cuidados são necessários porque atualmente muitas pessoas borrifam os venenos em todos os lugares, como já observamos, sem retirar animais de pequeno porte, pessoas, bebês e crianças de perto destas substâncias.

A maioria dos cidadãos faz a dedetização sem guardar e proteger vasilhas e roupas,  desconhecendo o perigo da proliferação destes resíduos. Uma das consequências desse descuido é a intoxicação que vai se acumulando, já que isso vem sendo feito continuadamente. Os efeitos deste processo nos seres humanos podem ser dor de estômago e dores de cabeça, sendo necessário que as pessoas procurem um médico, já que elas são envenenadas todos os dias e mesmo assim não vão parar de dedetizar suas casas.