Seres Humanos

A cadeia predominante no planeta Terra é a do homem: tudo o que ele pretende fazer, ele vai lá e faz. É como naquela translúcida imagem criada pelo ilustre Cândido Portinari e pelo poeta João Cabral de Melo Neto, “Morte e Vida Severina”: Ao mesmo tempo em que dominamos tudo, um deseja ser melhor que o outro, nos distanciando da paz universal. Há menos ainda a liberdade, assim como a ordem e progresso, com garantia dos direitos a todos os seres humanos.

Disse Nietzsche, “a força dos preconceitos morais penetrou profundamente no mundo superficialmente suposto intelectualizado, aparentemente mais frio, porém livre de pressupostos e, como é evidente, teve os efeitos mais perniciosos porque o entravou, cegou e desnaturou”. Profundamente, no âmago humano, necessariamente deve ser tudo reconsiderado, para que seja abolido quaisquer tipos de preconceito, seja religioso, social, cultural, de gênero, etnia.

Isso é necessário para a construção da paz universal que é tão extirpada, já que faltam condições normais para a inclusão social das pessoas de baixa renda, que vivem abaixo da linha da pobreza e ainda sofrem com a fome.

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